segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Revoluções e Revoltas do Brasil


A REVOLTA DO FORTE DE COPACABANA (1922)

Em 1922, no final do governo Epitácio Pessoa, o Brasil atravessava uma crise econômica das mais duras. As Forças Armadas viviam em constantes conflitos. O Clube Militar, por ordem do presidente da República, foi fechado por seis meses. Dois meses depois, a 5 de julho de 1922, revoltaram-se as guarnições dos fortes do Vigia e Copacabana. Os revoltosos contavam com a adesão de outras guarnições, mas estas falharam.
E assim, o forte do Vigia mal chegou a disparar um tiro. O de Copacabana, sob o comando do capitão Euclides Hermes da Fonseca, ameaçou o palácio do Catete, sede presidencial, com canhões, durante dois dias e duas noites. Foi preso quando ia para o Catete entender-se com o governo. De lá, pelo telefone, ordenou à sua guarnição que se rendesse.
Alguns dos revoltosos, 18, não concordaram e, sob o comando do tenente Siqueira Campos, marcharam sobre o Catete. Como não atendessem à ordem de rendição, foram atingidos por uma descarga de fuzil.
Dessa insurreição assim liquidada restou a legenda histórica dos "18 do Forte".

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